Noteu

Posts com o marcador ‘música’

Qual o critério que o museu Madame Tussauds utiliza para moldar uma estátua de cera de uma celebridade? Por que os Jonas Brothers? Só por causa do hype? Chega de perguntas. A última estátua de cera feita antes deles foi a de Amy Winehouse que, cá entre nós, considero justificável tanto pela grandeza de sua obra (música, performance, voz, atitude) do que a desses adolescentes que devem ter um baita de um produtor por trás (opa!) dizendo o que eles devem tocar, como tocar, o que vestir e como cortar o cabelo. Sem querer entrar no demérito da exposição de Amy em relação a drogas e afins.

As estátuas dos garotos estão na filial do museu em Washington D.C. ao lado de outras personalidades da música como Madonna, Ella Fitzgerald, Duke Ellington e Marvin Gaye. (*cof*)

O jabá deve ter $ido de altí$$imo nível

Isso me faz lembrar de uma frase que o Marcelo Nova falou ao João Gordo em uma entrevista: “O rock não morreu, ele foi ao cabeleireiro”. Me fez lembrar também daquele filme A Casa de Cera, no qual Paris Hilton faz uma brilhante e brevíssima atuação. Paris Hilton que, aliás, tem uma estátua de cera na sede do museu em Nova York.

E quem quiser visitar a cafonérrima home do Madame Tussauds clique aqui.

Olha quanta coisa boa o Brilho Eterno proporcionou, hein? Dêem uma sacada na fotografia do Clipe da banda canadense, Stars. Não lhe lembra nenhum filme? Na realidade, conhecia o clipe há um tempo já, mas só fui me dar conta depois do último post do Mentolado…

Enfim, queria aproveitar para declarar meu amor pelo Canadá. Que país, rapaz! Quem do Canadá só conhece o lombo, tá perdendo tempo. Costumo ficar ligado no que rola pelo país, e vou dizer: não me decepciono! Sempre acho muita coisa boa por lá, desde filmes, livros, e claro, algumas bandas. Por sinal, aí vão duas provas do que estou falando:

Com dois dias de atraso, escrevo sobre uma das festividades porto-alegrenses a respeito do Dia Mundial do Rock. Rolou na Usina do Gasômetro e estavam previstos uns 5 shows. Eu só fui pela Graforréia Xilarmônica e pelos Replicantes. O afudê da Usina (pra quem não é de Porto Alegre tem que explicar) é que no passado ela foi uma usina termelétrica e, além de ficar às margens do Guaíba, hoje é utilizada como um espaço cultural para atividades como cinema, teatro, dança, etc. Mas vamos ao que interessa:


Graforréia Xilarmônica - Carlo Pianta, Frank Jorge e Alexandre Birck

A Graforréia Xilarmônica, assim como Os Replicantes, tem público no Brasil inteiro. E são duas bandas que existem há um tempão, quem curtia no começo continua curtindo e indo aos shows. E o mais legal é que o público vai se renovando. Eu vi uns piás de 14 anos, que podiam ter virado emo, pedindo autógrafo pros caras dos Replicantes, que são todos quarentões (pra mais), com exceção da vocalista Julia Barth, de 26, que desde 2006 vem segurando muito bem a responsabilidade de estar à frente de uma banda com a história que tem Os Replicantes. O local tava cheio, destaque especial para o sempre momento lindo quando a Graforréia toca Amigo Punk e todo mundo canta junto e para a roda de pogo enfurecida na frente do palco durante o show dos Replis.


Os Replicantes - Julia Barth, Claudio Heinz, Heron Heinz e Cleber Andrade

A banda de abertura foi a Yesterdays, a segunda foi a Graforréia, depois tocou Replicantes, Hibria e Street Flash. O evento comemorou o aniversário da loja Back in Black, que há 5 anos veste os metaleiros, roqueiros e afins em Porto Alegre, Canoas e Novo Hamburgo. É, a dona é minha amiga sim.

Mas quer ver o momento mais bizarro da tarde de domingo? Esse sujeito abaixo andando de um lado pro outro com essa bandeja gritando “caipira, caipira, olha a caipira”:

Mais fotos dos shows aqui no meu Flickr.

Eu sei eu sei, chega de anos 80 CHEGAAAA!! Mas clique na imagem abaixo e ela lhe levará para um link até que divertido. Você pode usar os comandos da “fita K7″ ou escolher as estações. Ou então manter distância disso tudo e continuar com o playlist do seu iTunes…

Se me dessem a oportunidade de escolher um show pra assistir, qualquer show, qualquer mesmo, eu escolheria um show do João Gilberto. Tchê, o véio tá com 77 anos, sabe-se lá até quando ele vai durar sentado num banquinho tocando um violão e eu sou absolutamente louca por ele. E esse safado só tem feito show na gringa também…

Pois no último domingo o Joãozinho fez show no Carnegie Hall, em Nova York, por ocasião do JVC Jazz Festival. E o crítico Jon Pareles, do New York Yimes, disse que quando a bossa nova surgiu há 50 anos atrás existia toda uma aura de praia e paisagens do Rio de Janeiro e que hoje tá virada num guri de apartamento, trocando em miúdos. Como boa brasileira e apaixonada por João Gilberto fiquei meio puta de início, mas depois vi que é isso mesmo, a bossa nova ficou lá no final dos 50 e início dos 60 com os filhinhos de papai de apartamento. Nada contra essa gente, afinal sou grande apreciadora do gênero a que me refiro. Viva o Poetinha! Viva Tom Jobim! Viva Bôscoli!

Mas o que o João Gilberto faz é lindo. E o próprio crítico do NYT fala sobre como é incrível o jeito como ele canta: de forma totalmente independente do modo como toca. E o absurdo das harmonias dos acordes e a afinação absolutamente perfeita da voz. Sim, ele tem voz, eu digo aos que não acham. Enfim. Achei um vídeo deste show que rolou domingo. É um trecho de Chega de Saudade:

Post dedicado a Caio Amon.

Saiu no Pitchfork: dia 18 de junho, em Los Angeles, foi a estréia da mais nova banda do excêntrico músico Devendra Banhart. A banda chama Megapuss e pra encurtar o assunto e mostrar o quão vanguardista o moço consegue ser, ele apareceu no palco vestindo uma saia cheia de pênis. Isso mesmo: ticos, paus, pirocas. Ao que parece, todas de borrachas. Veja:

E parece que a idéia desse show era também projetar imagens do Devendra nu ao fundo palco. Mas é muito egocentrismo… Ah, deixa o cara, ele traça a Natalie Portman mesmo.

No vídeo abaixo dá pra ter uma idéia. O Devendra é o cara bem da esquerda. Se liga que os ticos ficam balançando, é muito engraçado. E até que a banda é legalzinha…

A musa de Woody Allen Scarlett Johansson lançou “Anywhere I Lay My Had”, um cd com regravações de Tom Waits. O disco conta com a participação de David Bowie em duas músicas, bem relacionada a moça!

Em Falling Down ela divide os vocais com Bowie, e impressiona com o vozeirão.

Especial


Autores

Ferramentas

  • Technorati
  • BlogBlogs
  • Assinar com Bloglines
  • Add to Google
  • StumbleUpon

Blogs Parceiros

  • noteu*
  • Umbigo Blogs
  • Danosse.COM - Eita Bagaceira!
  • Haznos Blog
  • Interney Blogs - Enloucrescendo
  • Bobagento
  • o Senhor dos PastéiS

Noteu

Todos os Direitos Reservados. Todas as marcas e nomes são propriedade de seus respectivos donos.