Olha quanta coisa boa o Brilho Eterno proporcionou, hein? Dêem uma sacada na fotografia do Clipe da banda canadense, Stars. Não lhe lembra nenhum filme? Na realidade, conhecia o clipe há um tempo já, mas só fui me dar conta depois do último post do Mentolado…
Enfim, queria aproveitar para declarar meu amor pelo Canadá. Que país, rapaz! Quem do Canadá só conhece o lombo, tá perdendo tempo. Costumo ficar ligado no que rola pelo país, e vou dizer: não me decepciono! Sempre acho muita coisa boa por lá, desde filmes, livros, e claro, algumas bandas. Por sinal, aí vão duas provas do que estou falando:
Pesquisando para meu último post, achei esse clipe de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Até aí nada demais, pois sempre rolam edições alternativas de fãs com takes de filmes com músicas que não fazem parte da trilha original.
A surpresa foi me deparar com uma música cover do Smashing Pumpkins, banda que gosto demais. A música é Set The Ray To Jerry que faz parte dos singles do disco Mellon Collie and The Infinite Sadness. Apesar de estar perdidinha em um single (disco que sai com o hit do albúm e alguns adendos), ela é demais e é uma das minhas preferidas.
Uma das melhores maneiras de contar histórias é através da música. Cinema e música sempre foram uma união que me despertam profundas sensações. E quando ela é criada de forma incidental para ilustrar um momento é como uma identidade eterna de uma obra. Sim, hoje estou poético. Abaixo minhas três preferidas:
Elevator Beat de Nancy Wilson - Vanilla Sky
Eternal Sunshine Of The Spotless Mind Theme
La valse d’Amelie do gênio Yann Tiersen - Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain
Na madrugada de domingo o músico Issac Hayes foi encontrado inconsciente em sua residência. Segundo o portal de notícias G1, Isaac “foi o primeiro artista afro-americano a ganhar um Oscar de melhor canção original pelo filme Shaft” (o original de 1971, dirigido por Gordon Parks). Não só isso: por essa mesma música o Isaac levou um Grammy. Ele não foi embora sem deixar só este hit. Alguém aí lembra de Soul man? Baita música também. O tio tinha muita bala na agulha. Dá uma sacada nesse vídeo com ele cantando Shaft ao vivo (groovy, babe!):
O vilão mais comentado do momento é bonitinho Heath Ledger na pele do Coringa. Não posso palpitar pois ainda não vi Batman The Dark Knight, mas os comentários são ótimos e a grande maioria das pessoas acham que ele rouba a cena do homem morcego. Eu, particularmente sempre curti mais o Coringa do que o Batman. Agora olha só quem é o verdadeiro vilão de TODA essa história. Ai que medo!
Já imaginou as esqueléticas Olsen Twins obesinhas? Ou o casal Michael Douglas Zeta- Jones pesando uns bons 200 kilos? Não precisa imaginar não amigo, eu te mostro como eles ficaram! Quem manda ser famoso né? Eles que aprendam a lidar com a fama…
Assistam aos trailers abaixo. O primeiro é de Sin City 2, previsto para estrear este ano. O segundo é The Spirit, com estréia prevista para 2009 e baseado na obra do deus máximo dos quadrinhos Will Eisner. Ambos têm direção e roteiro de outro respeitável quadrinista: Frank Miller. Vamos aos trailers:
Sin City 2
The Spirit (teaser trailer)
Vamos aos fatos: o que o Frank Miller e o Robert Rodriguez fizeram no primeiro Sin City foi lindo. Captaram com perfeição a atmosfera gráfica da HQ. Mas, tchê! O Frank Miller não pode fazer o mesmo com Spirit simplesmente pelo fato de The Spirit ter uma composição gráfica, seqüencial, o uso de sombras, além do mood das histórias serem bem diferentes de Sin City! Não dá pra adaptar assim, Frank, não dá! Hehe, ok, me passei. Nem vi o filme inteiro. Mas que a adaptação tá bem parecida, ah isso tá….
Olha essa capa de uma das revistas do The Spirit:
The Spirit é um defensor da lei! Sin City, como o próprio nome já diz, é a Cidade do Pecado! Onde vai parar esse mundo??!
Uma sala de cinema em Porto Alegre é conhecida por fazer o projeto Raros, onde são exibidos filmes bem difíceis de serem encontrados. Pois bem além de raros, às vezes são filmes bizarros como o dessa semana: o filme Polyester dirigido pelo polêmico John Waters, o mesmo diretor de Pink Flamingo.
A grande sacada do cara foi inventar para o lançamento deste filme o Odorama, que é uma cartela de odores que os espectadores recebem na entrada do cinema, e conforme acontece a projeção surgem indicações para as pessoas irem raspando suas cartelas e curtindo os cheiros de flores, gases, peixes mortos, escatologias em geral. Blérgs. Você já deve ter visto algo parecido em anúncios de perfume em revistas. Lembrou? É por aí.